(49) 3621.2810

Você está em: Início  Edições  A pele como cofator de saúde


Equipe

Revista SOS Saúde
(49) 3621.2810
revistasossaude@hotmail.com

Rua Almirante Barroso, 1151 - Centro
São Miguel do Oeste, SC

A pele como cofator de saúde

Sendo a pele o maior órgão do corpo humano não há dúvidas da importância das suas funções, que são: • Excreção • Proteção • Termorregulação • Metabólica

É desta última que vamos falar!

Muito se fala da PRODUÇÃO DE VITAMINA D, de seu papel na absorção do cálcio e do fósforo no intestino prevenindo doenças (raquitismo, osteomalacia e osteoporose), porém estudos relatam que a importância desta substância é muito maior.

O sol é essencial a vida no planeta, e seres humanos privados do sol desenvolvem uma série de doenças. Na pele a radiação ultravioleta B (aquela que pode causar câncer e envelhecimento) estimula reações químicas que transformam o colesterol (Verdade!) em pré-vitamina D. Essa substância posteriormente será modificada no fígado e nos rins, assim se faz a vitamina “milagrosa”.

Isso porque sua estrutura ativada é similar aos hormônios esteróides que podem agir em todos os órgãos do corpo. Ela é essencial para a execução de mais de 85 funções já definidas, além da ativação de mais de 2000 genes importantes.

Essa vitamina auxilia a secreção de insulina pelo pâncreas (previne e melhora a diabetes), modula as células de defesa (melhora a imunidade), controla as contrações do músculo cardíaco, inibe nos rins uma substância enzimática (renina) que pode aumentar a pressão arterial. A deficiência da vitamina D pode estar relacionada à suscetibilidade a diversas doenças crônicas como tuberculose, câncer, pressão alta, esclerose múltipla, depressão, esquizofrenia e Alzheimer.

Então, estamos protegidos?

Na verdade, a maioria da população brasileira possui taxas insuficientes de vitamina D3, mais um reflexo da vida enclausurada que vivemos. Não há, porém, até o momento, evidências que a suplementação ou níveis altos da mesma levem à proteção contra o câncer da pele. E níveis muito elevados podem levar a graves danos nos rins.

O que fazer, então?

Os alimentos como óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinha, fígado, gema de ovo, vegetais ricos em óleo e leite, chocolate e manteiga fornecem uma pequena quantidade da vitamina D.

“A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que se conheçam os níveis individuais de vitamina D e a reposição oral

seja feita com acompanhamento médico. Incentiva a exposição direta de áreas cobertas, como pernas, costas, barriga, ou ainda palmas e plantas, por 5 a 10 minutos todos os dias, sem sobrecarregar as áreas cronicamente expostas ao sol. Entretanto, é preciso expor-se ao sol com cuidado, de forma leve e gradual,” tendo informação e racionalidade na medida certa podemos ser beneficiados desta substância.

Fique ligado aos sinais da deficiência de VITAMINA D3:

Aumento na frequência de doenças ou infecções, sobretudo as oportunistas.

Apresentar cansaço sem motivo aparente ou fatiga regularmente.

Labilidade emocional e tristeza. Viu-se que na depressão existem níveis baixos de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.

Dor nos ossos e nas costas.

Perda óssea

Dificuldade na cicatrização.

Queda de cabelo: sobretudo nas mulheres ou na condição autoimune de alopecia areata.

Dor muscular, sobretudo a crônica.

Clínica Rocha & Franciosi

Dr. Luiz Cláudio O. Rocha - Médico CRM/PR 21263

Daiane M. Franciosi Rocha

Fisioterapeuta - Crefito 122297

Acesse a matéria na revista


(49) 3621.2810

revistasossaude@hotmail.com

Rua Almirante Barroso, 1151 - Centro
São Miguel do Oeste, SC

Mapa de localização

Revista SOS Saúde © Todos os direitos reservados