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Você sabia Que os filmes radiológicos são EXTREMAMENTE prejudiciais ao meio ambiente?

Pois é! Os filmes contêm grãos de prata e acetato. Esses componentes são essenciais para a revelação das imagens, porém são extremamente prejudiciais ao meio-ambiente. Se descartados de maneira incorreta (lixo comum), podem contaminar lençóis freáticos e o solo, além de produzir gazes tóxicos se expostos ao calor e demorar mais de 100 anos para se decompor.

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A consulta de exames pela internet já é realidade e a CDI faz sua parte investindo em tecnologia para que pacientes e médicos também possam optar pela sustentabilidade

As radiografias, ou raio-x como são conhecidas, são muito utilizadas no ramo da medicina, para identificar traumas e lesões nos pacientes. Como esses exames são muito importantes no histórico de saúde de uma pessoa, são comumente guardados durante muito tempo, e quando já não são tão úteis, acabam sendo descartados sem o cuidado apropriado. Mas essa forma despreocupada de jogar as chapas fora faz com que elas vão parar em aterros sanitários e causem diversos problemas, pois elas contaminam o solo e o lençol freático, além de ocasionarem outros problemas.

A importância da destinação correta das radiografias se dá por dois fatores. O primeiro é que elas são feitas a partir de uma chapa de um plástico chamado acetato. E a segunda é que essa placa é coberta por uma fina camada de grãos de prata, sensíveis à luz. O plástico gera riscos para o meio ambiente, demorando mais de 100 anos para se decompor na natureza, sem contar que é um derivado direto do petróleo, cuja extração traz problemas ambientais em termos de gases estufa. Já a prata, assim como outros metais pesados, é altamente poluente e prejudicial à saúde, pois se acumula no organismo, causando problemas renais, motores e neurológicos. Sua liberação no ambiente é proibida pelas normas estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

RECICLAGEM

Acontece que a chapa de raio-x é reciclável e a importância do seu descarte correto vai muito além do que se imagina. Primeiramente, o processo evita que os componentes tóxicos contaminem o meio ambiente. Outra questão importante é a possibilidade de reutilização dos materiais envolvidos. Com 2,5 mil chapas de raio-x, é possível obter de 450g a 500g de prata. Com o plástico resultante do processo é possível fazer diversos objetos, como embalagens. Já a prata serve como matéria-prima para joalherias, por exemplo.

ALTERNATIVAS

Com a inovação da tecnologia e a tendência para a geração de imagens digitais, os tradicionais exames de raios-x podem ser feitos e processados pelo computador. Os exames radiológicos são realizados diferentemente das radiografias convencionais: utilizam-se equipamentos de digitalização de imagens e o paciente é submetido a baixas doses de radiação. Na radiologia digital, o filme é substituído por uma película sensível aos raios-x, que é lida por um equipamento moderno de computação, gerando uma imagem de alta resolução. Os exames feitos a partir desta tecnologia produzem imagens de alta qualidade, que proporcionam maior visibilidade na detecção de patologias e, com isso, diminui a repetição de exames e a exposição dos pacientes à radiação ionizante.

Assim, as chapas não precisam mais ser guardados em casa, ocupando espaço, e nem correm mais o risco de serem destinados para os aterros. É possível guardar as imagens em CDs, servidores digitais ou discos rígidos.

GUARDE COM CUIDADO

Segundo os profissionais da saúde, a radiografia pode esclarecer se uma doença antiga já foi curada ou não. Deve-se ter cuidado ao armazenar radiografias. Elas podem ser guardadas em envelopes plásticos ou de papel, em temperatura ambiente, sem exposição solar e longe da umidade. O calor ajuda na formação de vapores perigosos à saúde a partir dos químicos presentes na chapa de raio-x.

CDI Vision

Diretor Técnico Dr. Luiz Lunardi (CRM 2672 . RQE 9517)

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